PF prende prefeito e ex-prefeito por desvio de verba no Pará
Em São Paulo


É impressionante o grau de irresponsabilidade de um prefeito que vem se notabilizando pelas práticas nocivas contra uma cidade. É mais impressionante ainda, além de imensamente lamentável, o alto nível de omissão de um povo, que aceita passivamente todos os desmando e as mazelas criminosas praticadas por esse prefeito. Difícil entender se tal omissão é por medo, ante o histórico de periculosidade notoriamente conhecido por todos ou se é simplesmente por comodismo.Mais uma vez a cidade de Pinheiro vizinha a São Bento protagoniza um lamentável episódio de negativa repercussão nacional. Num passado recente, mais precisamente em junho de 2010 um fato desagradável ocorrido em naquele município vira notícia deixando a todos, país afora, perplexos: foi o caso do pescador José Agostinho Pereira de 54 anos que durante muitos anos abusava sexualmente das filhas com quem teria tido algumas filhas e ainda, das próprias netas que também seriam suas filhas. O Brasil assistiu atônito a essa prática criminosa cometida numa região do município onde o que predomina de verdade é a pobreza.
Pouco tempo depois já no mês de setembro o JN no Ar, um quadro do Jornal Nacional da Rede Globo mostrou, através do repórter Ernesto Paglia, que aquele município considerado o centro comercial da baixada maranhense, passa por momentos difíceis. Um cenário feio foi transmitido para o Brasil inteiro causando revolta e indignação à população de Pinheiro.
Logo nos primeiros meses do novo ano, quando se esperava que a cidade do presidente do senado José Sarney e de origem da governadora do Maranhão Roseana Sarney, fosse virar o centro das atenções pelas novas conquistas dos seus filhos ilustres, todos são surpreendidos por um cenário macabro que também virou notícia em vários sites, jornais e telejornais do país: a rebelião na delegacia de Pinheiro que culminou a morte de seis pessoas onde quatro foram degolados. Mais uma vez Pinheiro é evidenciada de forma negativa e desagradável para todo país.
SÃO BENTO
Publicado no Jornal Pequeno do dia 28 de janeiro de 2011
O promotor de Justiça da Comarca de São Bento, Carlos Henrique Soares Monteiro, ajuizou na quarta-feira, 26, duas Ações de Execução, uma de Obrigação de Fazer e outra de Quantia Certa, contra a prefeitura do Município. O objetivo é garantir aos cidadãos um atendimento adequado no Hospital Municipal Vicente Ribeiro Aragão que, de acordo com inspeção realizada pela Vigilância Sanitária Estadual (Suvisa), precisa de reforma e reparos imediatos.
No dia 8 de julho de 2009, o Ministério Público celebrou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a prefeitura de São Bento, que se comprometeu a executar uma série de ações para regularizar o funcionamento pleno do referido hospital. Porém, as multas não foram pagas e os prazos firmados descumpridos, obrigando a judicialização do processo pela Promotoria de Justiça da Comarca de São Bento.
Entre as necessidades detectadas pela Suvisa, destacam-se: recuperação geral do hospital (reboco, pintura, instalações elétrica e hidráulica); inversão da abertura das portas dos banheiros para facilitar a acessibilidade; substituição dos móveis de madeira; constituição da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar e do Programa de Controle de Infecção; criação do Plano de Gerenciamento de Resíduos; relatórios de todos os procedimentos médicos e de enfermagem realizados no hospital; organização e limpeza dos setores; adequação do espaço físico do laboratório; testes químicos e biológicos para a segurança na esterilização; adequação da lavanderia; identificação de todos os ambientes etc.
O débito da Prefeitura de São Bento corresponde, atualmente, ao valor de R$ 11.782.000,00 e deve ser pago ao Fundo da Infância e da Adolescência do município de São Bento. Ressalta-se, ainda, a responsabilidade assumida pela administração municipal junto ao Ministério Público de realizar as adequações determinadas pela Suvisa.


| 1. O Richarlyson vive sendo expulso. Só pra quando os outros jogadores chegarem ele estar de banhinho tomado e cheiroso. |
| 2. O Corinthians entrou pro ramo dos shoppings: Center Norte, Center Paulista e Center Nada! |
| 3. Quem nasce em Pernambuco é pernambucano. E quem nasce em Tilambuco? |
| 4. Mulher feia é igual a cirrose: tem que beber pra pegar! |
| 5. Minha sogra devia trabalhar na construção civil. Tá pra nascer alguém que goste tanto de fazer barraco. |
| 6. Se maços de cigarro vêm com fotos ameaçadoras, por que em sacos de açúcar não colocam a foto da Preta Gil? |
| 7. Então é Natal, e o que você fez: engordou. |
| 8. O que conta não é a beleza interior e sim ter uma beleza de conta no exterior. |
| 9. Hoje tô mais cansado que o fígado do Zeca Pagodinho! E mais apertado que o sutiã da Fafá de Belém! |
| 10. Sabe por que o “Globo Esporte” não passa na Etiópia? Porque começa depois do almoço. |


Praça Matriz, uma das praças destruídas pela prefeitura desde novembro de 2009 e cercada com arame farpado

Lula foi recebido por Mahmoud Ahmadinejad em Teerã para negociar acordo nuclear
Foto: Reuter
Publicado em 03/08/2010 por: http://noticias.terra.com.br
Um artigo publicado nesta terça-feira pelo jornal americano Washington Post define o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como o melhor amigo dos tiranos do mundo. Para o colunista Jackson Diehl, o presidente brasileiro é usado por ditadores como o iraniano Mahmoud Ahmadinejad.
O artigo foi motivado pela proposta de Lula para que o governo iraniano permitisse ao Brasil dar asilo à Sakineh Ashtiani (uma mulher condenada à morte por apedrejamento pelo crime de adultério) e pela negativa do país árabe. No texto, Diehl destaca que essa não é a primeira vez que o brasileiro é constrangido por seu "amigo Ahmadinejad".
Ele cita a tentativa de acordo mediado pelo Brasil e pela Turquia para a questão nuclear, às vésperas da votação de novas sanções econômicas ao Irã no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Logo após o acordo, um porta-voz do governo iraniano disse que o país não deixaria de enriquecer urânio (supostamente para fins pacíficos, porém a comunidade internacional aponta que o país tenta produzir uma bomba atômica).
O apoio incondicional de Lula, diz Diehl, não é privilégio do presidente iraniano. O colunista lembra a passagem de Lula por Cuba, em fevereiro deste ano, pouco depois de o preso político Orlando Zapata Tamayo morrer em greve de fome contra o governo de Raul Castro. Na ocasião, Lula afirmou que lamentava a morte do preso, mas não desistia de sua visita.
O artigo é concluído com a constatação de que a suposta candidatura de Lula ao cargo de Secretário Geral da ONU seria baseada no desejo do político brasileiro de demonstrar que ele pode persuadir ditadores como Ahmadinejad a escutarem a voz da razão. Porém, diz Diehl, aparentemente ele não pode.