
Praça Matriz, uma das praças destruídas pela prefeitura desde novembro de 2009 e cercada com arame farpado
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Lula foi recebido por Mahmoud Ahmadinejad em Teerã para negociar acordo nuclear
Foto: Reuter
Publicado em 03/08/2010 por: http://noticias.terra.com.br
Um artigo publicado nesta terça-feira pelo jornal americano Washington Post define o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como o melhor amigo dos tiranos do mundo. Para o colunista Jackson Diehl, o presidente brasileiro é usado por ditadores como o iraniano Mahmoud Ahmadinejad.
O artigo foi motivado pela proposta de Lula para que o governo iraniano permitisse ao Brasil dar asilo à Sakineh Ashtiani (uma mulher condenada à morte por apedrejamento pelo crime de adultério) e pela negativa do país árabe. No texto, Diehl destaca que essa não é a primeira vez que o brasileiro é constrangido por seu "amigo Ahmadinejad".
Ele cita a tentativa de acordo mediado pelo Brasil e pela Turquia para a questão nuclear, às vésperas da votação de novas sanções econômicas ao Irã no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Logo após o acordo, um porta-voz do governo iraniano disse que o país não deixaria de enriquecer urânio (supostamente para fins pacíficos, porém a comunidade internacional aponta que o país tenta produzir uma bomba atômica).
O apoio incondicional de Lula, diz Diehl, não é privilégio do presidente iraniano. O colunista lembra a passagem de Lula por Cuba, em fevereiro deste ano, pouco depois de o preso político Orlando Zapata Tamayo morrer em greve de fome contra o governo de Raul Castro. Na ocasião, Lula afirmou que lamentava a morte do preso, mas não desistia de sua visita.
O artigo é concluído com a constatação de que a suposta candidatura de Lula ao cargo de Secretário Geral da ONU seria baseada no desejo do político brasileiro de demonstrar que ele pode persuadir ditadores como Ahmadinejad a escutarem a voz da razão. Porém, diz Diehl, aparentemente ele não pode.

Repercutiu no Jornal Pequeno, um dos jornais de maior circulação no Maranhão e o mais independente e conceituado meio de circulação impresso do Estado o artigo intitulado “O caos administrativo e as práticas viciosas para se manter no poder” postado neste blog, que retrata os atos contraditórios da maior corte da justiça eleitoral maranhense e o alto investimento por parte do prefeito de São Bento que sacrifica todo o município e seu povo em detrimento a sua permanência no cargo.
O advogado Isaac Dias Filho, está submetendo o seu nome ao cargo de presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, seção do Maranhão. A eleição será realizada no próximo dia 20 de novembro – sexta feira e está mobilizando toda a classe, pela importância que a OAB exerce na sociedade. Estão concorrendo também ao cargo os advogados Roberto Feitosa e Mario Macieira.
Jámenes Calado é a denominação da chapa encabeçada por Isaac Dias Filho que faz a homenagem ao conceituado advogado que faleceu no Fórum de Justiça do Maranhão quando estava no pleno exercício da profissão. Segundo Isaac, Jámenes Calado que tem um histórico de luta e serviços prestados aos maranhenses, como advogado não recebeu a devida assistência da atual diretoria da OAB na ocasião em que sofreu a crise que culminou com a sua morte.
Com o slogan OAB de Todos, Isaac Filho promete que na sua gestão como presidente da Ordem, os advogados que no dia-a-dia enfrentam as dificuldades da advocacia e sofrem com a omissão da atual direção da entidade, serão respeitados e valorizados. Para ele, a política que beneficia os poucos privilegiados, que implantou o autoritarismo e os abusos praticados contra a classe tem que acabar. Por ser o advogado cuja origem está no interior do Estado, garante que os novos advogados e aqueles que militam fora da capital terão seus direitos de advogados assegurados.
Com essa proposta de mudança, Isaac Dias Filho está sendo considerado por muitos advogados como um candidato independente que não está atrelado a esquemas e compromissos alheios aos interesses da Ordem. Com isso, acredita que poderá realmente proporcionar os avanços que os advogados do Maranhão merecem.