Do G1 - www.g1.com.br
A Polícia Federal prendeu na manhã deste sábado (18) o prefeito de Macapá (AP), Roberto Góes (PDT). A prisão é um desdobramento da operação Mãos Limpas, iniciada em setembro e que já levou para a prisão o governador do estado Pedro Paulo Dias ((PP), o ex-governador Waldez Góes (PDT), o presidente do Tribunal de contas do estado Julio Miranda, empresários e secretários de governo e da prefeitura de Macapá. A operação investiga desvio de recursos públicos no estado.
O prefeito está sendo investigado por fraude em licitações, na secretaria de educação, transporte, assistência social e finanças. Além disso, ele é acusado de ocultação e destruição de provas para atrapalhar as investigações da polícia federal.
O G1 tentou contato com a prefeitura, mas ninguém atendeu as ligações. Em setembro, Roberto Góes, por sua vez, afirmou que foi questionado pela PF com base em um grampo telefônico em que ele era citado. Na ligação, um deputado dizia que Roberto Góes daria linhas de ônibus a outro deputado. Góes nega e afirma que a prefeitura está preparando uma licitação para o sistema de transporte público.
A prisão preventiva do prefeito foi decretada pelo ministro Otávio Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O prefeito foi preso em sua casa por volta das 6 horas desta manhã e ele deve ser encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, ainda neste sábado.
Em Macapá, operação Mãos Limpas, em São Bento muita sujeira.
Será que tanta sujeira no trato com o dinheiro público é que está impedindo a PF de “operar” no município da baixada maranhense?










Repercutiu no Jornal Pequeno, um dos jornais de maior circulação no Maranhão e o mais independente e conceituado meio de circulação impresso do Estado o artigo intitulado “O caos administrativo e as práticas viciosas para se manter no poder” postado neste blog, que retrata os atos contraditórios da maior corte da justiça eleitoral maranhense e o alto investimento por parte do prefeito de São Bento que sacrifica todo o município e seu povo em detrimento a sua permanência no cargo.