Uma das Solicitações de Fiscalização assinada pelo Coordenador da Equipe de Auditoria da CGU(clique em cima para ver imagem ampliada)Escolas, Postos de Saúde e tudo que dizia respeito a recursos recebidos pelo município de São Bento estava sendo minuciosamente fiscalizado tanto na sede quanto na zona rural. Essa aplicação e demonstração de idoneidade dos auditores federais causaram um tremendo mal estar no prefeito e seus secretários que insistiam em pregar por toda a cidade que “a auditoria não ia dar em nada e que bastava dar dinheiro que tudo se resolvia”.
Próximo de completar dois meses da realização da auditoria da CGU em São Bento tivemos conhecimento que alguns documentos solicitados pelo coordenador da Equipe de Auditoria, Arnaldo Guilherme de Oliveira simplesmente foram sonegados pela administração municipal. As reiterações de Solicitações de Fiscalização – SF nº 226604-01 referente ao Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – PETI; SF nº 226891-01 do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização do Magistério – FUNDEB e SF nº 225671-01 da Promoção da Assistência Farmacêutico e Insumos Estratégicos na Atenção Básica são fortes indícios que existem muitas irregularidades na aplicação de verbas públicas em São Bento.
Entre os documentos solicitados estão os comprovantes de processos licitatórios, notas fiscais, extratos bancários, folhas de pagamentos e muitos outros que não haviam sido entregues aos auditores da CGU dentro do prazo estabelecido. Nas SF’s o coordenador da Equipe de Fiscalização Arnaldo Guilherme de Oliveira alerta o prefeito de São Bento que nenhum processo, documento ou informação poderá ser sonegado aos servidores do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal no exercício das atribuições inerentes às atividades de auditoria, fiscalização e avaliação de gestão, sob pena de responsabilidade administrativa, civil e penal (Lei nº 10.180/2001, art. 26).












